Encosta-te
Assim
No céu do meu olhar
Sossegando as mãos
Intensificando o pensar
Baila o teu corpo com o meu
Como as ondas que segredam o nosso a(mar)
Tão nosso
Na descoberta de passos
Na procura das estrelas
No esconderijo doce do beijo
Ao luar
Acalma-te no meu peito
Meu colo é teu abrigo
É quase dia!
Assim nas constantes buscas
Sem fim
De nós
De ti
Encosta-te ao meu peito
E acalma o mar que há em mim
segunda-feira, 16 de junho de 2014 -
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quarta-feira, 4 de junho de 2014 -
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Como eu tenho andado?
Bem... Meio estranha ultimamente com os nós todos no peito
Sem jeito
Sem feito
Anônimo quem és tu?
Que queres saber dos meus vazios?
Por acaso podes preencher as lacunas das linhas
Ler na ousadias as entrelinhas?
A vida segue o curso e a rotina
Desatina sem nada mudar...
O olhar...
O estar
De fato paralisam com o tempo
Com o vento...
E vão sem rumo
Sem alento!
Bem... Meio estranha ultimamente com os nós todos no peito
Sem jeito
Sem feito
Anônimo quem és tu?
Que queres saber dos meus vazios?
Por acaso podes preencher as lacunas das linhas
Ler na ousadias as entrelinhas?
A vida segue o curso e a rotina
Desatina sem nada mudar...
O olhar...
O estar
De fato paralisam com o tempo
Com o vento...
E vão sem rumo
Sem alento!
terça-feira, 15 de abril de 2014 -
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Apanhei um sonho...
Apanhei um sonho e tatuei em minh'alma
Vibrações do tempo decifraram o meu olhar
Apanhei um sonho e tatuei-te em mim
Leve instante, brisa intensa, amar...
Queria encontrar repostas no círculo que dói
Ausências, distâncias, a saudade corrói
Queria encontrar respostas...
Apanhar teus sonhos e vivê-los também
Sonhos meus, teus... Danças e risos
E juízo? Nenhum...
Apanhei-te amor, sonho doce de ser
Vontade, desejo, querer
E a sempre certeza
Dos sonhos que habitamos
Plenitude, vida, fortaleza...
Apanhei-te...
(Amor)
domingo, 9 de março de 2014 -
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014 -
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Fragmentos...
(ainda que a distância seja ponto infinito... Resisto)
Tira essa dor amor e acolhe-me
Proteja meus passos e meu coração, enlaça tuas mãos
Na pele que espera acesa
Ainda brilha o teu olhar, ainda brilha o luar
Ouço-te e todo céu
sorri
Tua voz sacia e acalma a distância
E a minha vida
clama por ti
Acolhe-me com a fragilidade do toque
E recolhe a suavidade que fica
Vai, intensifica
E assim recomeçamos com a mesma chama de outrora
Histórias
Histórias...
Lembras? Risos pendurados, estrelas no chão
Sonhos guardados em bolsos, encontro das mãos
Olhares perdidos pro nada... A calçada...
A praça... As horas marcadas... Tatuadas...
A boneca com olhos
de mato
Filha desse amor destinado
Ainda que a distância seja ponto infinito...
Insisto...
Resisto
E espero por ti...
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014 -
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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014 -
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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014 -
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